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Entradas etiquetadas como ‘redes sociais’

SEMINÁRIOS INFO

Março 31, 2009 · 2 Comentários

O Poder das Mídias SociaisO Poder das mídias sociais. Este foi o tema do Seminários Info que rolou ontem, em São Paulo. Open social, marketing viral, Twitter, Orkut e APIs foram, entre tantos outros, os tópicos mais falados, além de temas voltados para o “mundo dos negócios” como “Os riscos e recompensas do conteúdo gerado pelo usuário” ou “10 mandamentos das redes sociais para os negócios”…

Na primeira pelestra do dia, Alex Dias, diretor-geral do Google no Brasil, destacou o comportamento dos usuários na Internet e disse que as empresas precisam sair dos seus sites para ouvir o que o povo está falando sobre seus produtos nas redes sociais. “As comunidades representam o que a sociedade representa”.

Na mesa sobre “Mídias sociais, um atalho para atingir o público jovem”, Edmar Bulla (Nokia) levantou um dado importante: hoje, o jovem vai além da faixa-etária entre 14-25 anos. “Tem gente de 50 anos com comportamento jovem”, afirmou. Fábio Boucinhas (Yahoo) trouxe exemplos do Flickr e destacou a importância que o jovem dá à participação em comunidades. No fim das contas a “lição” que ficou é que não adianta querer impor, é preciso enxergar o jovem como co-autor da marca. Participaram também Eduardo Bendzius (Diageo) e Ronizia Moura (Cucas-Roche).

seminarios_info

Abel Reis (Agência Click) falou sobre Open source branding e os desafios de se construir uma marca em um momento onde as redes sociais transformam sua marca em “espaços sociais”, transcendendo os valores e crenças das empresas. Daí a importância dos 10 mandamentos (na verdade foram 6) das redes sociais para os negócios, apresentado por Emerson Calegaretti (Myspace Brasil):

1- saberás qual é sua reputação na web
2 – farás planos diferentes, pois cada rede é distinta
3 – ouvirás e não apenas falarás
4 – engajarás as pessoas em torno de ti
5 – medirás os resultados
6 – Permanecerás de maneira continua

Na parte da tarde, o tema “Marketing viral no YouTube” trouxe Erik Fernandes (Claro), Marcelo Epstejn (UOL), Marco Bebiano (Google/YouTube) e Wagner Martins (Espalhe) debateram sobre o desafio de fazer virais para atingir a classe C/D e de como explorar o potencial do marketing de guerrilha.

Uma dos painéis mais esperados foi o “Experiências brasileiras com o Twitter”. Carlos Merigo (Brainstorm #9), Edney Souza (Polvora!), Gabriel Klein (DW) e Marcelo Trípoli (iThink) falaram sobre o potencial do Twitter como ferramente de comunicação rápida e direta. O debate teve um bônus com a participação do Marcelo Tas e a polêmica em torno da campanha da Telefonica.

O Seminário teve ainda case da Fiat, Marcelo Branco (Campus Party) flando do conteúdo gerado pelo usuário, teve painel sobre o poder dos aplicativos e a publicidade nas redes sociais. Mas aí já é muita coisa para falar em um post só. Fora que o povo já está se acostumando com os 140 caracteres do Twitter e se chegou até aqui é pq realmente ficou interessado! Para mais, mais e mais detalhes, visite a cobertura do evento feita pela Info.

Postado por Guilherme Mattoso.

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SOCIAL MENTION

Novembro 21, 2008 · Deixe um comentário

 

Social MentionOlha que legal. A proposta do Social Mention é pesquisar e monitorar todas as atividades entre blogs, micro-blogging, notícias, vídeos, scraps… enfim, tudo o que diz respeito às redes sociais e fontes que agregam conteúdo. Com o Social você pode ficar por dentro do que as pessoas estão dizendo sobre uma palavra-chave e, pq não, sobre você ou seu produto. O serviço é uma iniciativa d Yahoo! e mostra que o pessoal não está medindo esforços para ficar, digamos, mais atual na internet.

Bjs e Abs,
Guilherme Mattoso.

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MTV MUSIC

Novembro 3, 2008 · 1 Comentário

 

Eu poderia até evitar o clichê de começar o post falando que se trata de um “YouTube killer”, mas isso não vem ao caso. Pois bem, fiquei sabendo semana passada que a MTV está lançando o MTV Music, um site onde você encontra todos os vídeos daquele canal que um dia já passou clipe, lembram? Sendo assim, não se trata exatamente de um “assassino de YouTube”…

São cerca de 27 mil vídeos disponíveis divididos por categoria e rankings tipo os mais vistos, os mais votados etc. O MTVM, aliás, usa todos os preceitos web 2.0 com funcionalidades e tranqueiras que proporcionam uma relação mais próxima entre o usuário e o site.

MTV MUSIC

Vou dizer pra vocês que gostei muito do que vi e acho que o site tem tudo pra ser referência. O layout é clean, bonito e a navegabilidade é tranqüilona. De cara, o que me chamou muito a atenção foi o bannerzão enorme (tipo o site da Apple) chamando pros vídeos clássicos e o busca também grandão (olha a ESPN aí!), bastante convidativo.

Digo sem medo que devo muito à MTV pela minha formação musical e como ex-fã do canal e habitual telespectador achei a iniciativa MUITO válida. Nunca gostei dos sites da MTV Brasil e com o Overdrive também não foi diferente. Achei válida a idéia da MTV gringa que desde o advento da internet (hehe engraçado isso) não soube muito bem o que fazer para se manter moderna, jovem e vanguardista como já fora. Vamos esperar e ver se o negócio engrena…

Bjs e abs,
Guilherme Mattoso.

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SOU+WEB É COLABORATIVO: NO TEMA E NA PLATEIA

Outubro 30, 2008 · 7 Comentários

Este post demorou e pedimos desculpas. O 2o Sou+Web foi tão interessante, movimentado e rico em discussões, que queríamos lapidar mais a cobertura.

Abaixo, segue resumo do debate por Nino Carvalho. Em seguida, um bate-pronto das perguntas e respostas que acaloraram mesa e platéia.

Lembrando que o 3o Sou+Web acontecerá no dia 8 de Novembro. Em breve, mais detalhes. Prometo que asap. Enquanto isso, role a tela, leia e dê seu voto na enquete: Qual deve ser o próximo tema do encontro?

(Andréa Thompson)

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O segundo debate Sou+Web, realizado pelo curso de pós-graduação em Gestão Estratégica de Marketing Digital da Facha, aconteceu no sábado (18 de outubro) e tratou do tema: Redes Sociais como ferramenta de Comunicação e Marketing. Os debatedores foram: Raphael Perret, Cristina Dissat e Carlos Nepomuceno. A aluna Andréa Thompson atuou como moderadora.

Foram mais de 130 inscrições, e cerca de 65 pessoas atenderam ao evento. A maioria dos participantes já trabalha com comunicação, jornalismo, marketing, tecnologia ou publicidade na web e, com isso, o debate ficou muito rico e quente. Alguns dos participantes só deixaram o auditório da Facha mais de uma hora depois de o evento ter acabado!

As apresentações

Prof Ms Raphael Perret – Analista de Comunicação do BNDES e idealizador do blog Butuca
Perret mostrou como se constroem as redes sociais, falando um pouco sobre a história desse fenômeno, bem como sobre algumas das primeiras ferramentas utilizadas para interação e relacionamento entre internautas, como as listas de discussão por email. Ele também salientou que, para dar certo, qualquer rede social precisa fomentar a interação e afinidades entre seus membros e, acima de tudo, ter muita credibilidade.

> Veja a apresentação de Raphael Perret
> Siga o Twitter do Perret


Cristina Dissat – Sócia-diretora da InforMed e gestora do blog Fim de Jogo

Apresentando o caso de seu blog, Fim de Jogo, Cristina deu exemplos práticos de como fazer sucesso e atrair o público certo utilizando redes sociais. Foi muito interessante conhecer a forma com que ela utiliza o Twitter para manter o público antenado durante os dias de jogo no Maracanã. Segundo ela, o Twitter resolveu o problema de manter o conteúdo quente mesmo em lugares onde não se pode usar laptop (no caso dela, como fica cobrindo o que rola nos entornos do Maracanã em dias de jogo, de fato é bem perigoso ficar andando com um notebook embaixo do braço…).

Além disso, ela destacou a importância de se manter constantemente antenada nas métricas do seu site. O Fim de Jogo usa o Stat Counter e o Google Analytics, e Dissat frequentemente faz modificações no blog baseando-se no que o internauta está “dizendo” com sua navegação e cliques.

> Veja a apresentação de Cris Dissat
> Siga o Twitter do Fim de Jogo

 

Prof Ms Carlos Nepomuceno – Doutorando em Ciência da Informação pela UFF e consultor de diversas empresas no Brasil
Fechando evento com chave de ouro, Nepomuceno fez uma abordagem muito interessante das Redes Sociais mostrando que a humanidade sempre consegue desenvolver maneiras de manter, gerenciar e compartilhar informações, independentemente do volume.

Assim, da mesma maneira que já foi suficiente armazenar o conhecimento do Homem em algumas centenas de livros, a Internet veio em resposta à quantidade de informação com a qual lidamos nos dias de hoje. Nepomuceno chegou a dizer que ainda veremos outras “ondas” como a Internet no futuro, devido a essa necessidade que temos de gerenciar, produzir e consumir informação.

> Leia o blog do Carlos Nepomuceno
> Siga Nepomuceno no Twitter
> Veja o artigo escrito por ele após o evento

Nino Carvalho

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Twitter, Orkut, Facebook, Myspace… Equilibramos nossa “presença” na web com o pouquíssimo tempo que temos pra fazer parte de tudo ao mesmo tempo pra ontem. Não à toa, o futuro da nossa sociedade agorista foi logo tema de pergunta.

Qual o futuro diante de tantas novidades? E a identidade Open Social?
Perret lembrou que o nosso tempo é o mesmo, por mais que as redes aumentem. Que vamos privilegiando os meios que mais se adequem à nossa necessidade. Dissat complementa que o Twitter é perfeito pra realidade do Fim de Jogo, e lembra do nosso desespero de dar conta de tudo o que aparece. No fim, tudo dá certo. E, por outro lado, todos querem aparecer de alguma forma.

Nepomuceno ressalta que nossa tendência é ir pela inteligência, descartar o que não funciona, adaptar, melhorar. Quando a Internet começou, não tínhamos identidade. A sacada do Orkut foi mostrar a fotografia das pessoas, quem é amigo, do que gosta… A Internet virou uma Rede Social Eletrônica (rede social é só o apelido, ele lembra). Então, ganhou uma nova camada: a de ter a nossa cara. Bem mais interessante. E a tendência é que cada camada seja ainda mais inteligente.

Como as empresas devem reagir às redes sociais?
Pólvora! A pergunta é feita por uma profissional da Tim, preocupada com as comunidades que se proliferam sobre a marca, mas que não são criadas pela empresa. Pânico no lago? Nada disso! Dissat fala que um filtro é necessário, que alguém deve receber esses comentários na empresa.

Nepomuceno complementa: assim como o jornalista se vê como o dono do mundo, so does o gestor de mkt. Lança o produto e vê o que o usuário vai achar. E é essa sociedade que rege o novo mercado. A empresa (Tim e outras) deve reverter o processo, olhar o problema sob outra ótica, com a estratégia ligada à rede, não contra o fluxo. O problema se tornaria menor com uma rede social da Tim. Com planos, escolha de celulares, tudo criado pelo próprio usuário. Há que se trazer a idéia das pessoas para as empresas! E por quê? Se a Tim não agradar à clientela, vão lançar a Tom, a Tem… Dissat adiciona que a resposta do mkt agora deve ser mais rápida do que nunca.

Polêmica ganha energia que dá gosto
De celular, migramos para achocolatado. Todos relembram o caso do Nescau: uma comunidade no Orkut faz a Nestlé voltar atrás e relançar a versão original do produto, retirada de circulação. Os usuários não queriam Nescau Power, 2.0, Sbrubles; só queriam o sabor tradicional. Eis o grande poder do usuário.

Bafafá na platéia, puxo a discussão de volta para a mesa. Bato no enter de que nada mais natural a Nestlé, a Tim e qualquer marca atuar mais próxima dos prosumers. Não basta ser consumidor, tem que participar. E todos querem um produto pra chamar de seu. Querem opinar. Querem mudar o mundo. E lutar contra isso é lutar contra a nova (des)ordem do mercado. Everything is miscelaneous. Não à toa a Melissa chamou evangelizadoras para a marca: blogueiras, consumidoras, que interferem na criação dos produtos com idéias criativas. E a campanha do Obama? Quer algo mais participativo?

Considerações finais
Dissat retoma a idéia de colocar “os olhos da gente na rua”, falando do Fim de Jogo e do colaborativismo em torno da cobertura esportiva e jornalística de um modo geral. Que há que se ver a notícia por outro ângulo, do qual ninguém tenha visto, nem publicado nos blogs, ainda.

Nepomuceno fala da Inteligência X Burrice Coletiva. Da troca de conhecimento como construção do conhecimento. Apresenta o ICOX, primeiro software brasileiro de gerenciamento de rede social, desenvolvido pelo ICO e usado no GloboOnliners, Orkuff e outros.

O consultor e pesquisador avisa: o campo de rede social não é só legal e bacaninha, é o futuro. E todas as empresas estão trabalhando com isso. Critica o comportamento acomodado de quem estuda simplesmente pra passar em concurso público e encostar as idéias na cadeira. Cadê o empreendedorismo? Temos que criar outro modelo. É hora de exportar conhecimento. É a hora das redes sociais. É a hora do Gabeira.

A Gabeiramania tomou conta da cidade – e da mesa do Sou+Web. Perret também aproveita para falar das mudanças.

Change we need. We need, mas nóis num have, pelo menos nas eleições. O desfecho da votação foi um passo atrás, mas o saldo do nosso debate teve o pé no futuro, com uma forte boca de urna para que o próximo debate aconteça logo. Agora. Pra ontem. Aguardem.

(Andréa Thompson)

 

 

 

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REDES SOCIAIS NÃO SÃO UNIVERSAIS. NÃO?

Setembro 3, 2008 · 3 Comentários

Deu no eMarketer: as redes sociais não estão com essa bola toda no mundo todo como no Brasil. O interesse anda caindo.

Creio que estamos no caminho de cada vez menos termos foco nas comunidades de massa, mas em redes individualizadas, onde a personalização e o relacionamento 1-to-1 com o usuário , inclusive via mobile, falem mais alto do que os convites “you were added, tagged, linkedin, twitered…” que recebemos diariamente.

Ainda são canais imponentes no Brasil (só perdemos para China, Japão e Índia em número de usuários, vejam abaixo), mas até quando será que se sustentam no mundo todo?

Boa leitura!

Bjs,
Andréa Thompson
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SOCIAL NETWORKS ARE NOT YET UNIVERSAL

SEPTEMBER 3, 2008

Not everyone is pokable.

More than one-half of adults surveyed in 17 countries do not know what social networking is, according to Synovate. The company said it asked over 13,000 consumers in Brazil, Bulgaria, Canada, France, Germany, India, Indonesia, Japan, the Netherlands, Poland, Russia, Serbia, Slovakia, South Africa, Taiwan, the United Arab Emirates (UAE) and the US if they were familiar with social networking. Although such aggregate findings are useful in a directional sense (many consumers worldwide have yet to hear about social networking), Synovate noted differences in individual countries and among demographic segments. For instance, awareness was higher among younger users.

As for membership, 26% of respondents belonged to social networking sites. Membership was highest in the Netherlands, at 49%; UAE, at 46%; Canada, at 44%; and the US, at 40%.

Synovate also asked adult consumers if they were losing interest in online social networking. Overall, 36% of social network users said yes, led by those in Japan (55%), Slovakia (48%), Canada (47%), Poland and the US (45% each). Social networkers in Indonesia and France were the least likely to be losing interest, at only 18% and 21%, respectively.

Universal McCann study also found social networking to be a minority activity. As in the other survey, the Dutch had the highest percentage of social networkers. Based on the survey, more than one-third (36.4%) of the total population of the Netherlands said they used social networks at least every other day, compared with 23.4% of the total US population.

eMarketer predicts that 44.3% of Internet users in the US will belong to social networks by the end of 2008.

  

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