Padronização de roupas = oportunidade de e-commerce!

Durante a Feira Internacional do Setor Infantil, que ocorrerá esta semana em São Paulo (entre os dias 16 e 18), será apresentado o projeto da padronização brasileira de tamanho de roupas infantis e de adultos, desenvolvido pela Associação Brasileira de Vestuário (Abravest) e a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

A norma, que não é obrigatória, vai começar a colocar no mercado algumas medidas para que haja adesão das indústrias têxteis, e o varejo poderá exigir delas um selo que comprova a produção dentro dos padrões definidos.

A questão é: aqui no Brasil, quem tem coragem de comprar roupas pela internet? Por catálogos e revistas já fica difícil, imaginem on line! Sabemos bem que cada marca possui tamanhos e medidas completamente diferentes e, quando se encontra uma em que a roupa tem um bom caimento, há uma fidelização, mesmo que às vezes forçada.

Com esta padronização chegando, o comércio virtual será facilitado e os números de vendas on line neste segmento crescerá bastante. No balanço do primeiro trimestre de 2008, divulgado pelo e-Bit, o ranking de categorias de produtos mais vendidos no Brasil foi o seguinte: livros (17%), informática (12%), saúde e beleza (10%), eletrônicos (7%), e  eletrodomésticos (6%). Roupas?!

Uma boa notícia divulgada no mês de maio pela mesma instituição é que 86.3% dos brasileiros aprovam o e-commerce, número próximo ao verificado nos Estados Unidos. E que o “long tail” ganhou 1.62% de marketshare na internet no primeiro trimestre de 2009 em relação ao mesmo período de 2008.

Nos EUA e Europa as roupas tem oito medidas pré definidas, o que facilita e agiliza na hora da compra, além de estimular a concorrência. Em 2006, uma pesquisa feita pelo shop.org e Forrest Research revelaram que naquele ano os americanos gastaram US$18.3 bi em roupas, calçados e acessórios pela internet. A loja GAP, entre os anos de 2005 e 2007, duplicaram suas vendas através do seu site, o que já representava 6% do total, somado às lojas físicas. Para o ano de 2008 a expectativa de vendas on line era de $1 bi. Só não sei se isso ocorreu de fato, devido a crise.

Matéria sobre a GAP no USA Today.

Analisando os dados, observando as tendências, e com a padronização chegando, acredito que teremos grandes novidades em 2010 no comércio eletrônico. As oportunidades estão sendo criadas, o comportamento de compra on line está se definindo, pequenas empresas estão ganhando seu espaço no mundo virtual.

E você, “consome” roupas pela internet? Com a padronização em vigor, vai passar a comprar on line?

por Cibele Aviles
@ctaviles

Coca-Cola pede ‘doação de imagens’ em perfis de redes de relacionamento para divulgar a sua campanha

Semana Otimismo que Transforma

A Coca-cola promoveu a “Semana Otimismo que Transforma”, ocorrida entre os dias 17 a 23 de maio, que revertia 2 centavos e meio de cada embalagem vendida, de qualquer produto do seu portfólio (refrigerantes, sucos, águas, chás, energéticos e hidrotônicos) para os programas desenvolvidos pelo Instituto Coca-Cola Brasil.

Eles utilizaram um blog para explicar a campanha, com o mote: “O blog para quem quer ajudar”, e ali disponibilizaram as suas peças de divulgação para a disseminação entre os diversos canais de comunicação na internet, como videos, widget, twitter, RSS, redes sociais, além de solicitar a produção e envio de conteúdo digital.

As pessoas baixam as peças e substituem as fotos, frase de status, nome de usuário, fundo de tela etc. do seu perfil nas diversas redes sociais que utilizam (Orkut, Facebook, Twitter, Hi5), além de criar um álbum só para divulgar as imagens que formam um banner, que estimulam a multiplicação da campanha.

Para o Youtube, foi disponibilizada uma legenda para inserção nos vídeos publicados, e no Twitter, foi criado um perfil (@semanaotimismo) que divulga dicas de economia de água e energia e atos sociais simples que podem transformar a vida das pessoas.

Pura tendência: conteúdo colaborativo somado a responsabilidade socioambiental! Estão divulgando a marca sem grandes custos, utilizando as pessoas que gostam de seus produtos e assim multiplicam em prol de ‘uma boa causa’.

Se deu certo, ainda não sabemos, mas ao dar uma olhada rápida no orkut e twitter, vi que existem, no primeiro: 28 resultados em perfis, 33 em tópicos e 2 comunidades ao buscar a palavra “semana otimismo”; e no segundo, até ontem, eram 456 seguidores.

Se você possui dados do retorno desta campanha, compartilhe aqui conosco nos comentários!

Até mais, pessoal!

Cibele Aviles
@ctaviles

CHLOROPHYLLO

Chlorophyllo
Demais esse game para o chilete Airwaves na França. A obra é da Tribal DDB e o objetivo da campanha é divulgar o novo sabor “Chloromenthol”. A idéia é simples e o game é facílimo. No jogo, você assume o papel de Chlorophylly, um lutador de lucha livre (naquele estilo telecatch clássico) e basicamente tem que lutar contra Mano Negra (!!!), um vilão que quer descobrir qual é o segredo do seu poder (o chiclete, claro). Não consegui chegar até o final do jogo, mas recomendo a experiência fortemente. Como eu já disse, o jogo é tranquilo e o visual é totalmente retrô, muito bem feito.

+ Dica do amigo Octavio Machado.

Postado por Guilherme Mattoso.

SEMINÁRIOS INFO

O Poder das Mídias SociaisO Poder das mídias sociais. Este foi o tema do Seminários Info que rolou ontem, em São Paulo. Open social, marketing viral, Twitter, Orkut e APIs foram, entre tantos outros, os tópicos mais falados, além de temas voltados para o “mundo dos negócios” como “Os riscos e recompensas do conteúdo gerado pelo usuário” ou “10 mandamentos das redes sociais para os negócios”…

Na primeira pelestra do dia, Alex Dias, diretor-geral do Google no Brasil, destacou o comportamento dos usuários na Internet e disse que as empresas precisam sair dos seus sites para ouvir o que o povo está falando sobre seus produtos nas redes sociais. “As comunidades representam o que a sociedade representa”.

Na mesa sobre “Mídias sociais, um atalho para atingir o público jovem”, Edmar Bulla (Nokia) levantou um dado importante: hoje, o jovem vai além da faixa-etária entre 14-25 anos. “Tem gente de 50 anos com comportamento jovem”, afirmou. Fábio Boucinhas (Yahoo) trouxe exemplos do Flickr e destacou a importância que o jovem dá à participação em comunidades. No fim das contas a “lição” que ficou é que não adianta querer impor, é preciso enxergar o jovem como co-autor da marca. Participaram também Eduardo Bendzius (Diageo) e Ronizia Moura (Cucas-Roche).

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Abel Reis (Agência Click) falou sobre Open source branding e os desafios de se construir uma marca em um momento onde as redes sociais transformam sua marca em “espaços sociais”, transcendendo os valores e crenças das empresas. Daí a importância dos 10 mandamentos (na verdade foram 6) das redes sociais para os negócios, apresentado por Emerson Calegaretti (Myspace Brasil):

1- saberás qual é sua reputação na web
2 – farás planos diferentes, pois cada rede é distinta
3 – ouvirás e não apenas falarás
4 – engajarás as pessoas em torno de ti
5 – medirás os resultados
6 – Permanecerás de maneira continua

Na parte da tarde, o tema “Marketing viral no YouTube” trouxe Erik Fernandes (Claro), Marcelo Epstejn (UOL), Marco Bebiano (Google/YouTube) e Wagner Martins (Espalhe) debateram sobre o desafio de fazer virais para atingir a classe C/D e de como explorar o potencial do marketing de guerrilha.

Uma dos painéis mais esperados foi o “Experiências brasileiras com o Twitter”. Carlos Merigo (Brainstorm #9), Edney Souza (Polvora!), Gabriel Klein (DW) e Marcelo Trípoli (iThink) falaram sobre o potencial do Twitter como ferramente de comunicação rápida e direta. O debate teve um bônus com a participação do Marcelo Tas e a polêmica em torno da campanha da Telefonica.

O Seminário teve ainda case da Fiat, Marcelo Branco (Campus Party) flando do conteúdo gerado pelo usuário, teve painel sobre o poder dos aplicativos e a publicidade nas redes sociais. Mas aí já é muita coisa para falar em um post só. Fora que o povo já está se acostumando com os 140 caracteres do Twitter e se chegou até aqui é pq realmente ficou interessado! Para mais, mais e mais detalhes, visite a cobertura do evento feita pela Info.

Postado por Guilherme Mattoso.

SOU+WEB #6 … MOBILE MARKETING

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SOU+WEB#6 - Rosana, Mario, Katja e Maíra

“Donos de celular são internautas em potencial”
(Mario Cavalcanti)

Para uma manhã de sábado, com mormaço preguiçoso, o SOU+WEB #6 reuniu muitos cariocas interessados e interessantes. E, para começar com pé direito e despertar o público formado por profissionais e estudantes do ambiente digital, números, muitos números. Dados atualizados da Anatel: 152 milhões de celulares habilitados no Brasil, 22 milhões de usuários caseiros de internet, 98 aparelhos/100 habitantes no Rio; em Brasília, são 137 celulares para cada grupo de 100 habitantes (isso mesmo, a capital federal extrapola no uso do aparelho). E uma conclusão é inevitável: habemus mobile. Pelo menos, uma forte tendência para o uso dos dispositivos móveis como comunicador pessoal. Sim, os brasileiros, donos de celulares, são internautas em potencial e estão ávidos pela inclusão digital. E as empresas começaram a perceber o mercado de consumo que se forma.

Para falar sobre o assunto, o SOU+WEB #6 convidou Rosana Fortes (Hands), Mario Cavalcanti (Jornalistas da Web), Katja Aquino (M4U) e Maíra Pimentel (Oi Futuro). Entre muita polêmica, frases bombásticas e discussões acaloradas, o certo é que o mobile veio pra ficar, mesmo que o início de tudo não tenha sido o ideal.

“Me sinto sem sutiã quando estou sem celular”
(Katja Aquino)

É fato. No Brasil, ter um celular é sinal de status. Seu chefe tem, seu melhor amigo tem, inclusive o porteiro do seu prédio tem; e às vezes, até um modelo mais novo que o seu. A grande questão é: como falar com um público tão abrangente? Um target que você não conhece? O profissional de mobile trabalha para todo mundo, literalmente, e a segmentação é impossível. Uma saída é usar recursos como o SMS e o opt-in.

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 ”Wireframe em sites móveis? Não usamos”
(Rosana Fortes)

É polêmica. Na prática, não se usa; mas qualquer produto precisa ser projetado antes de chegar ao consumidor final. O wireframe é a ferramenta mais popular quando se fala em mídias digitais, seja o destinatário heavy user ou não.  Ele seria um esboço da ideia pretendida. É importante tanto para a equipe que desenvolve o produto quanto para o alvo em questão. Arquitetos de informação e designers defendem com unhas e dentes o wireframe. Porém, profissionais há anos no mercado afirmam que o protótipo não é necessário quando o tempo é curto e o cliente antigo.

“Como educar os jovens em meio a tanta tecnologia?”
(Maíra Pimentel)

É desafio. Mas está sendo pensado por uma instituição patrocinada pela Oi. Basicamente, o projeto NAVE é voltado para a pesquisa e o desenvolvimento de soluções educativas, usando como suporte a tecnologia. E a grande questão é descobrir como atrair e motivar os jovens do século XXI. É desmistificar a web a favor do conhecimento. A geração C é colaborativa, compartilha; o que não cabe no modelo de ensino tradicional.

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Dicas:

  1. o usuário precisa estar confortável e seguro para navegar
  2. é preciso saber projetar para diferentes plataformas
  3. QR Code: é necessário ensinar como acessá-lo para usá-lo em campanhas.

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Postado por Bia Mansur, com twitadas de Andréa Thompson
Fotos: Alex Sandro

BAUDUCCO ENTRA NO MUNDO MOBILE

"90 dias numa boa"

 Mais uma empresa percebe o crescimento da comunicação móvel e investe em ações de Mobile Marketing no Brasil. A Bauducco lançou a promoção “90 dias numa boa”, que vai acontecer de 1º de março até 3 de junho. A campanha gira em torno de pincodes, SMS e internet. E para participar é simples: basta comprar os produtos da marca :)

As embalagens dos produtos Bauducco vêm com um pincode na parte externa (não espertinho, não basta recolher os números num mercado qualquer; é preciso guardar a embalagem para provar que consumiu o item). Ele deve ser enviado pelo site da promoção ou SMS. Via web, basta colocar o código no campo correto e preencher um cadastro. Pelo SMS, o consumidor envia o pincode e recebe uma mensagem de confirmação de participação.

Hummm. O prêmio? Os consumidores da Bauducco concorrem a um certificado de ouro no valor de R$ 81 mil, o que equivale a R$ 900 por dia, durante 90 dias. Haja biscoito!

E não para por aí. Além do sorteio, existe um prêmio cultural. No site, o internauta pode inserir o pincode e responder à pergunta: “O que você faria com R$ 900,00 por dia durante 90 dias?”. As 90 melhores frases ganharão um iPod Nano de 8GB.

Mais informações aqui.

Postado por Bia Mansur

SOU+WEB / MOBILE MARKETING

Sou+WebA próxima edição do Sou+Web acontecerá dia 21 de março, no auditório da FACHA (Muniz Barreto 51, Botafogo), de 9h30 às 12h. O tema desta edição será Mundo Portátil: como os dispositivos móveis vêm causando uma revolução na forma como nos comunicamos.

 Excelentes profissionais formam a mesa debatedora:

Katja Aquino (Coordenadora de Interfaces na M4U Soluções)
Formada em Desenho Industrial e pós-graduada em Computação Gráfica Aplicada e em Ergonomia, Usabilidade e Interação Humano-Computador. Passou pela TIM, Rede Globo e Embratel.
(@katjaaquino)
 
Maíra Pimentel (Oi Futuro)
Formada em Jornalismo e pós-graduada em Marketing, Responsabilidade Social e 3º Setor. Com 13 anos de experiência em gestão de projetos web, atua há cinco anos em projetos de Educação do Oi Futuro. Passou pela Petrobrás, Cadê?, Agência Click, Mlab e Blah!
(@mairapimentel)

Rosana Fortes (Diretora de Criação da Hands)
Formada em Administraçã0, com 12 anos de experiência em marketing digital. Especialista em projetos e soluções de marketing móvel, foi também Editora do JB Online, responsável pela versão móvel do jornal. Trabalhou na Coca-Cola e na Brascan, e atendeu empresas como Conspiração Filmes, TIM, souza Cruz, L’Oreal, Unilever e Nestle.
(@rosanafortes)
 
Moderador – Mario Lima Cavalcanti (Jornalistas da Web e XPress)
Fundador e Diretor Executivo do portal Jornalistas da Web. Jornalista pós-graduado em Gestão Estratégica da Comunicação. Pioneiro da internet no Brasil, passou por empresas como Cadê? / StarMedia, Globo.com, iBest e British Council. Autor do livro “Eu, Mídia – A Era Cidadã e o Impacto da Públicação Pessoal no Jornalismo“. É professor de Mobile Marketing da pós-graduação em Gestão Estratégica de Marketing Digital, na Facha.

Para se inscrever, basta mandar um email para nino.carvalho@gmail.com com as informações abaixo:

- Seu nome
- Local onde trabalha e seu cargo
- Seu email
- Como ficou sabendo sobre o Sou+Web

Nos encontramos lá!

Postado por Bia Mansur

MUDANÇAS À VISTA

Queridos visitantes, o DNA Digital vai mudar. Como podem perceber, o layout será o primeiro item contemplado da enorme lista. Mas vamos manter a atualização do conteúdo. Continuem acessando!

Abraço

Conselho Editorial

SPOTIFY: FINALMENTE AS GRAVADORAS MANDARAM BEM!

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Por Andréa Thompson

O Spotify é o must-listen-to do momento. Não só porque mudará a maneira como ouvimos e compartilhamos música sem infringir direitos autorais (Universal, EMI, Warner e outras majors e minors se uniram em torno do negócio), mas por se tratar de uma guinada no modelo de negócios da indústria fonográfica.

Em linguagem tech, é a junção do iTunes com a Last.fm. Ou seja: você instala um programa (interface e usabilidade incríveis), digita a música que quer ouvir, monta a sua playlist, compartilha com os amigos e encontra um acervo absurdo de álbums, singles, músicas e artistas. Esses dias, tb foi lançada a versão pra iPhone! Imagina: vc pega seu iPhone, digita o que quer ouvir e tem ali o seu mp3 player on demand?

E é justamente por ser on demand que não há problemas com IFPI (International Federation of the Phonographic Industry) e outros órgãos legisladores da nossa liberdade musical. Não fazemos download das músicas, as ouvimos ali, peer-to-peer. É música portátil, no bolso e nos ouvidos. E é revolucionário.

A parte ruim da notícia: não está available for our country (o serviço é europeu – Luxemburgo e UK – e arrisco que esteja engatinhando em outros países para acordos fonográficos) e é necessário um convite para entrar na brincadeira. Mas há várias dicas pela internet de como dar um jeitinho brasileiro pra conseguir instalar um Spotify pra chamar de seu.

Vale ficarmos de olho. E pensarmos se esse negócio também não emplaca para vídeos. Já pensaram em um Spotify com todos os programas, shows e seriados disponíveis facilmente (e worldwide) ao usuário final e sem problemas com propriedade intelectual? É ou não é uma mudança de paradigmas? É ou não é um passo adiante no cloud computing? Na não existência do disco rígido? No futuro da web? Dos aplicativos web based?

ACESSIBILIDADE NO SOU+WEB

A 5a edição do Sou+Web, ocorrida no dia 14 de fevereiro, com o tema Acessibilidade, foi organizada pelo professor Horácio Soares, e contou com cerca de 40 participantes, mesmo com o tempo chuvoso.

PalestrantesQuem abriu o evento foi Monica Fernandes, consultora em Usabilidade e Arquitetura da Informação, falando sobre Usabilidade, Acessibilidade 1.0 e sua evolução para a 2.0, recém lançada pela W3C (dez/08).  Ficou claro que a Usabilidade e a Acessibilidade devem caminhar juntos, e que deve-se agora sempre ser focada a experiência no usuário. Veja aqui a apresentação.

O tema seguinte foi apresentado por Ricardo Rodrigo Nunes, professor do InfNet e autor do livro “e-Usabilidade”. Ele falou um pouco sobre o Design Universal, seus 7 princípios,os pontos positivos e negativos dos 3 tipos de layouts (fixo, líquido e elástico), além do design minimalista e os 5 princípios do Webdesign Social, de Joshua Porter. Acesse aqui a apresentação.

Lêda Lucia Spelta, Psicóloga e Analista de sistemas, e fundadora do Acesso Digital, falou sobre as novas tecnologias voltadas – ou não – para a Acessibilidade. Deixou claro que os novos celulares touchscreen em princípio não foram pensados para pessoas com deficiência visual, por exemplo, mas que já estão surgindo soluções no meio acadêmico e através de pesquisadores.  Ela exibiu cinco videos com soluções de acessibilidade, dois produzidos por ela e amigos mostrando uma experiência própria, ao tocar em um teclado de piano e um xilofone no iPhone.

Veja aqui a apresentação.

Para encerrar as palestras, Catia, que estava na platéia e trabalha em uma agência de Mobile Marketing, foi convidada para falar um pouco sobre Arquitetura da Informação. Ela citou que uma das dificuldades econtradas com os celulares é a diferença nos tamanhos das telas, e que neste mundo mobile se sente como na internet em 1999. Ou seja, é tudo ainda muito novo, sem muitos padrões, e muito há o que fazer. Citou também a importância da experiência do usuário, e que as empresas ainda não a colocam em seu orçamento e programação.

Já no debate, foi falado sobre a importância das diferentes áreas dentro de uma empresa (Arquitetura da Informação, Design, Desenvolvedores) se “falarem” para que um projeto seja bem sucedido. Sobre a usabilidade e seus testes não só na web, mas também nos sistemas que são desenvolvidos para empresas, que devem ser testados pelo seu público-alvo antes de serem implementados para todos. E por fim, que um site acessível pode sim, ser “bonito”, ter um design agradável.

por Cibele Aviles

Foto: Alex Sandro